a verdade é única e só se desperta naqueles olhinhos apertados.
seja no final de uma tarde ou no começo de uma manhã qualquer.
os olhinhos que sorriem.
os olhinhos alegres.
olhinhos que me enchem de alegria.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
sexta-feira, 21 de março de 2008
vinte e um do três.
Ontem foi meu aniversário.
Digo ontem pois já passa da meia-noite. Mas pra mim é como se fosse hoje. E essa idéia vai permanecer por muito tempo. E é assim que acontece quando as coisas são intensas.
Quarta-feira eu comemorei junto aos meus amigos, familiares e quase-familiares (esse quase é só uma questão de sangue, porque pra mim eles já fazem parte da minha família, se eu posso dizer assim).
Nunca fui muito ligado a essas coisas comemorativas, eu acho. Pra mim pouco importava se tivesse festa ou não. Sempre gostei de receber presentes.
Mas hoje vejo que importante mesmo é ficar do lado da pessoa que você tem um carinho especial. E passar o maior tempo possível do lado dessa pessoa. E eu fiz isso nesse dia. Foi extremamente proveitoso. Espero fazer mais vezes, sem depender de datas.
Todo dia é dia, minha gente. Todo dia é dia!
Boa noite!!
Digo ontem pois já passa da meia-noite. Mas pra mim é como se fosse hoje. E essa idéia vai permanecer por muito tempo. E é assim que acontece quando as coisas são intensas.
Quarta-feira eu comemorei junto aos meus amigos, familiares e quase-familiares (esse quase é só uma questão de sangue, porque pra mim eles já fazem parte da minha família, se eu posso dizer assim).
Nunca fui muito ligado a essas coisas comemorativas, eu acho. Pra mim pouco importava se tivesse festa ou não. Sempre gostei de receber presentes.
Mas hoje vejo que importante mesmo é ficar do lado da pessoa que você tem um carinho especial. E passar o maior tempo possível do lado dessa pessoa. E eu fiz isso nesse dia. Foi extremamente proveitoso. Espero fazer mais vezes, sem depender de datas.
Todo dia é dia, minha gente. Todo dia é dia!
Boa noite!!
Olha eu aí outra vez.
Depois de um período grande de férias deste blog, resolvi voltar. Ainda não sei até quando vou agüentar postar aqui todos os dias... Espero que dure!
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
só comentando.
Ela - bonita, jovem, morena, alta e porte físico atlético.
A outra - nada bonita, não tão jovem, apaixonada e com barriga de chopp.
Ela: - Cê viu a Marcinha? Tá casando com aquele bonitão do 203.
A outra: - É?
Ela: - Ele é rico, bonito e tem um Audi. Ela é tão feia, mais velha e ainda por cima com aquelas banhas... Só pode ser golpe do baú.
A outra: - Hum...
A outra - nada bonita, não tão jovem, apaixonada e com barriga de chopp.
Ela: - Cê viu a Marcinha? Tá casando com aquele bonitão do 203.
A outra: - É?
Ela: - Ele é rico, bonito e tem um Audi. Ela é tão feia, mais velha e ainda por cima com aquelas banhas... Só pode ser golpe do baú.
A outra: - Hum...
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Nenhuma genialidade.
Ainda não me acostumei com essa tal "ética do futebol". Já ouvi inclusive que o futebol tem seu próprio código de ética. O que é isso, realmente não sei.
Mas o que eu não agüento, não só no futebol, é falta de compromisso. Isso me deixa puto.
Quando Geninho chegou, em 2002, ao Galo e fez um bom trabalho, levando o time de Marques às primeiras colocações do Campeonato Brasileiro a torcida se empolgou. Achávamos que o ano seguinte era nosso (e na verdade foi do rival). Havia um planejamento com há muito não existia no clube. Manter um técnico de uma temporada pra outra não acontecia há quase 10 anos.
Mas o que eu não agüento, não só no futebol, é falta de compromisso. Isso me deixa puto.
Quando Geninho chegou, em 2002, ao Galo e fez um bom trabalho, levando o time de Marques às primeiras colocações do Campeonato Brasileiro a torcida se empolgou. Achávamos que o ano seguinte era nosso (e na verdade foi do rival). Havia um planejamento com há muito não existia no clube. Manter um técnico de uma temporada pra outra não acontecia há quase 10 anos.
Ao receber uma proposta melhor de outro rival, o Corinthians, Geninho não teve dúvidas e trocou o planejamento certo do Galo pela boa fase do time paulista. Trocou sem culpa, sem peso na consciência e deixou a torcida a ver navios (naufragando, é claro). Disse que a troca nem era por questões financeiras, mas pelo fato do Corinthians disputar uma competição internacional, a Libertadores, no caso.
Vamos cobrar. Sempre. Fora do campo, por que lá dentro, a nossa torcida faz diferença. Lá dentro a ordem é apoiar, apoiar e apoiar. Boa sorte pra nós nesse ano que chega, pois não será nada fácil.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Causos do balaio.
Sempre me interessei muito pelas conversas de ônibus. Esses assuntos entre 2 ou mais pessoas que ,ou devido ao alto tom de voz ou a (ir)relevância do que é discutido, passam a interessar a todo o ambiente.
De um modo geral, os cidadãos que se locomovem pelo meio de transporte público rodoviário ( eufemismo para os famosos dependentes do balaio) se sentem como em suas próprias casas. Afinal passam cerca de 2 ou 3 três horas, entre idas e vindas, e procuram deixar o local bem aconchegante para que a rotina não os desgaste.
Um bom meio para esse "aconchego" é o livro/revista/texto da faculdade. O tempo que se "perde" dentro de um ônibus, usa-se para ganhar lendo algo que presta. Outro, muito difundido nos dias de hoje, é o tal do mp3. Aqueles aparelhinhos que tocam um número muito maior de músicas que você irá escutar em toda a vida, mas que consegue manter os "chatos do busão" bem afastados.
Quem não utiliza um desses meios pode ter o azar de conviver com esse tipo de pessoa. Os chatos estão sempre lá. Esperando alguém mais conversado. Eles também não tem mp3, por isso esperam um papo para passar o tempo. Às vezes até tem um tocador de música, mas a altura em que escuta e os gestos e gritos os fazem ainda mais chatos.
Bom, hoje às 22:22 me deparei com um desse tipo. Enquanto me perdia em meus devaneios, entre os pensamentos de um dia cheio e os planos para um outro igualmente, algo me impactou. Mas não diretamente, pois graças a Deus, ou uma cadeira vazia na segunda fileira, o chato e bêbado, recém-saído de um happy hour, penso eu, abordou Maria (a moça da primeira fileira pra conversar).
- Aqui, você usa salto alto?! A voz quebrava todo o silêncio daquele momento. Cabeças se viravam para ver o que estava acontecendo.
- Ahn?! Não não.
- Nossa. Não consigo imaginar como essas mulheres conseguem andar de salto. Sabe, nessas ladeiras, buracos da cidade.
- É - os olhos quase fechando. Ela não via a hora de chegar em casa.
(40 segundos de paz)
- Sabe, isso me intriga. Uma moça acabou de entrar aqui, outra desceu...
- É.
- Isso é tortura! - bradou indignado, atraindo mais olhares para si.
- Pois é né...
- Essa coisa de andar o dia inteiro na ponta do pé. Só pode ser coisa de louco!
(outros 40 segundos...)
- Qual o seu nome?
- Maria.
- Oi Miriam, tudo bem? Frederico.
- É MARIA! - já sem nenhuma paciência.
- Oi Maria, tudo bem? Eu sou o Frederico.
- Tudo, tudo sim - demonstrando que nada, nada estava bem.
(mais uns 30 segundos sem comentários)
- Porque você sabe né. Imagina descer essa morraiada aí de salto. Imagina... E olha que eu nem tô falando de subir, hein?! Cê tá me entendendo?!
- Aham...
Eis que chega o ponto do nosso amigo. Ele ajeita, meio desajeitado, a mochila em suas costas e puxa a cordinha. Sorri para Maria:
- Boa noite. E não use saltos.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Não salve o Corinthians!

Mais um ano vai acabando e com ele também o futebol. Saímos da época dos jogos, treinamentos e brigas nos Centros de Treinamento, para as especulações e fofocas dos bastidores do futebol. " Num sei quem contatou o quarto beque do último time da segunda divisão", "presidente do time tal jantou ontem com acessor do empresário do badalado jogador tal". Tudo muito chato, mas já faz parte da história. A última rodada do campeonato promete. Mesmo que o campeão já esteja decidido, ainda temos umas situações bastante cômicas. Uma delas é o torcedor do Cruzeiro depender do resultado do jogo do Galo. Quer situação masi irônica que essa? Já escutei muito cruzeirense falando que domingo é " Galo desde pequeninho". Há, quero só ver. Desde já deixo o jabá para o aluguel do manto sagrado alvinegro. Em suaves prestações. Pra você, cruzeirense, que terá o orgulho de pelo menos uma vez na vida torcer pro Glorioso das Gerais. Outra situação bastante agradável é secar o Corinthians. Que coisa boa. Ver aquele mar de torcedores sofrendo, roendo as unhas, semi-enfartando. Bom pra todo o resto do Brasil. Ruim pra eles, que precisam ganhar do Grêmio em Porto Alegre de qualquer jeito. E otrcer pro Inter segurar o Goiás lá em Goiás. Ou seja, o futuro do "Timão" está nas mãos (e nos pés) dos gaúchos. Bah tchê, rebaixa eles vai. A situação pro time preto-e-branco de São Paulo não é nada agradável mesmo. Ainda hoje li uma notícia que falava que o Vampeta era a arma pro próximo jogo do Corinthians. Hahahahahaha. No mínimo, irônica a matéria.
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