sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Não salve o Corinthians!


Mais um ano vai acabando e com ele também o futebol. Saímos da época dos jogos, treinamentos e brigas nos Centros de Treinamento, para as especulações e fofocas dos bastidores do futebol. " Num sei quem contatou o quarto beque do último time da segunda divisão", "presidente do time tal jantou ontem com acessor do empresário do badalado jogador tal". Tudo muito chato, mas já faz parte da história. A última rodada do campeonato promete. Mesmo que o campeão já esteja decidido, ainda temos umas situações bastante cômicas. Uma delas é o torcedor do Cruzeiro depender do resultado do jogo do Galo. Quer situação masi irônica que essa? Já escutei muito cruzeirense falando que domingo é " Galo desde pequeninho". Há, quero só ver. Desde já deixo o jabá para o aluguel do manto sagrado alvinegro. Em suaves prestações. Pra você, cruzeirense, que terá o orgulho de pelo menos uma vez na vida torcer pro Glorioso das Gerais. Outra situação bastante agradável é secar o Corinthians. Que coisa boa. Ver aquele mar de torcedores sofrendo, roendo as unhas, semi-enfartando. Bom pra todo o resto do Brasil. Ruim pra eles, que precisam ganhar do Grêmio em Porto Alegre de qualquer jeito. E otrcer pro Inter segurar o Goiás lá em Goiás. Ou seja, o futuro do "Timão" está nas mãos (e nos pés) dos gaúchos. Bah tchê, rebaixa eles vai. A situação pro time preto-e-branco de São Paulo não é nada agradável mesmo. Ainda hoje li uma notícia que falava que o Vampeta era a arma pro próximo jogo do Corinthians. Hahahahahaha. No mínimo, irônica a matéria.

O carteiro e o poeta.


José trabalhava há mais de 15 nos Correios. Tinha uma certa paixão pela profissão. Ser responsável por entregar as correspondências, contas e avisos (hoje mais contas que cartas) era pra ele um motivo de orgulho. Nunca foi muito católico nem se apegou a nenhuma religião, apesar da batalha de sua mãe para que ele se tornasse religioso fervoroso.

Quando se aproximava o mês de Dezembro, o trabalho aumentava bastante. Logo agora, no fim do ano, quando o corpo já dava sinais claros de que necessitava de férias. Os músculos não estavam tão rígidos mais, e os 10 km que andava por dia no começo do ano não passavam muito de 4, agora. Quem sofria mais era Márcia, sua mulher, que agüentava diariamente as queixas do marido e sua falta de vontade para certas atividades.

Certa vez, lá pelo dia 15 do último mês do ano, José se depara com uma carta endereçada ao bom velhinho, e mais do que curioso a abriu. Não pela vontade de fazer uma caridade, mas por crua curiosidade.

João, de sete anos, escrevia uma carta ao Papai Noel contando das dificuldades que sofreu durante todo o ano. Tinha sido um bom menino. Ía sempre à escola da periferia, passara até com boas notas, e não serviu ao tráfico de drogas. Sua mãe, alcoólatra, trazia um homem diferente à sua casa à cada dia. João não entendia isso muito bem. Seu pai, havia saído de casa ainda no começo do ano. Foi comprar cigarros e nunca mais voltou. Ainda tomava conta de seus dois irmãos, mais novos. O ano havia sido duro para João, e chegara a hora de ser recompensado. Pedia ao Papai Noel a ínfima quantia de 100 reais, para ajudar nas despesas de casa e pra comprar um pouco de comida, já que havia 2 dias que ele não sabia o que era aquilo.

Parece que o espírito natalino mexeu com os sentimentos de José, que após terminar de ler a carta se emocionou. Pela primeira vez em seus 40 anos de vida ficou balançado. Foi pra casa pensando naquilo. Nem teve fome pra jantar, e isso deixou Márcia chateada, já que o frango ensopado deu muito trabalho e foi feito com muito carinho e amor. Dormiu pensando em João. E acordou assim também.

No dia seguinte, chegou ao local de trabalho e resolveu mobilizar os colegas de trabalho, que também ficaram emocionados com a situação de João. Os funcionários dos Correios resolveram fazer uma vaquinha para juntar os 100 reais que João havia pedido de presente de Natal. Doavam 2 aqui, um vale transporte ali, um mais afortunado doou 5. Mas o décimo-terceiro salário já estava comprometido para pagar algumas contas e ajudar na passagem de ônibus da sogra, que vinha lá do interior da Bahia.

Assim, conseguiram juntar 80 reais e depositaram em um envelope endereçado ao barraco de João. Estavam felizes. Os risos em seus rostou iam de orelha a orelha, e pensavam na boa ação do mês, na ajuda a uma criança carente.

Dias depois, 4 para ser mais exato, José acha outra carta de João, e grita a todos para que escutem a resposta do garoto. Os agradecimentos, pensavam eles.

E ficaram muito surpresos quando José terminou de ler a cartinha-resposta do menino. Com sua letra, em garranchos, lia-se: " - Papai Noel, muito obrigado pelo dinheiro. Mas, da próxima vez mande a quantia em cheque, porque aqueles filhos-da-puta dos caras dos Correios roubaram 20 reais".

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Comentários Avulsos - Parte 1

Subindo a ladeira, às 19:00 de hoje:

- Ah nem, num "güento" esse véio chato, fedorento que fica dando em cima da gente. Eles acham que a gente tá querendo alguma coisa com eles.


- É, mas se tiver dinheiro nós quer (sic) né?

- É...


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domingo, 25 de novembro de 2007

Luto em azul, vermelho e branco.


Aos que me conhecem sempre fui um defensor do esporte. Adoro ver um espetáculo. Sobretudo no estádio. Seja no futebol (na grama, na quadra ou na areia), no vôlei, basquete, tênis, natação ou bocha. É, acho que sou um apaixonado pelo esporte.

O problema é que o esporte não depende somente do talento do atleta. Que bom se fosse assim, porque talento aos atletas brasileiros não falta. Em qualquer modalidade.
O esporte depende dos cartolas, figuras cada vez mais eternas e que se preocupam mais em sugar tudo que um clube pode dar (financeiramente, é claro), do que ralar pra colocar o clube no topo. Existem excessões. Poucas. Raríssimas.
O esporte depende das autoridades. Aí também é outro problema, já que a grana aí nessa área também rola solta, e a vista grossa se faz presente. Seja no MP ou no órgão responsável pela administração do estádio. Aqui, o problema é ainda maior do que as lavagens de dinheiro, transações ilegais e corrupção dentro dos clubes. É maior, porque envolve vidas.


Envolve a vida do torcedor que vai de ônibus pro estádio, que gasta uma grana que nem sempre tem. Só pra ver o time, as cores, o escudo lá embaixo no gramado. Emoção inexplicável. Só quem vai em estádio sabe o que é isso. Envolve a vida do pai de família, da mãe de família, da criança, do idoso. Todas aquelas pessoas que estão ali pra sentir e gozar o que tem em comum. O gosto pelo esporte. A paixão pelo clube.

E hoje, no estádio da Fonte Nova, em Salvador, Bahia, Brasil (Brasil!) aconteceu mais uma tragédia. Assim como havia acontecido em São Januário. Assim como já se repetiu em vários estádios por esse Brasil afora.

O Bahia brigava pela classificação para a Série B. Estádio lotado, mais uma vez. Como é de praxe da torcida do tricolor baiano lotar o campo. Mas não é da partida que eu vou falar hoje. A história é mais séria.

Eis que parte do anel superior do estádio cai. Isso mesmo, caiu. Os números de mortos já beiram os 8 de acordo com as autoridades. O de feridos é de mais de 40. E o cenário é ainda mais horrível. Corpos desfigurados, fraturas expostas, lesões na coluna... Grande número de pessoas nos hospitais.

Agora eu me pergunto: como pode cair uma parte do estádio? Não existe vigilância ou controle da qualidade do estádio por alguma autoridade? Quem vai responder pela tragédia?

Estou de luto pelo futebol brasileiro. Pelas vítimas na Bahia. Pela falta de responsabilidade das autoridades "competentes". Espero que isso, um dia, se resolva. Mas, sinceramente, cada vez que acontece algo como esse, fico mais e mais preocupado. Parece não ter solução e muito menos, fim.





sábado, 24 de novembro de 2007

Em uma noite de sábado.

Tá bom, confessso. Acho que não aprendi a lidar com esse trem de blog ainda não. Sei lá, é difícil escrever algo todos os dias, entrar aqui, postar, esperar pelos comentários que nunca vem...
Mas isso não quer dizer que eu não continuarei. Pelo contrário, vou me adaptar à essa ferramenta virtual. Quer dizer, pelo menos tentar eu vou.

O bom do blog, é que você pode atualizá-lo de quase qualquer lugar onde estiver.
Hoje, por exemplo, enquanto espero Bibi tomar banho, decidir a roupa, arrumar e me aparecer linda e pronta aqui atrás de mim me apressando pra sair, escrevo pra ver se o tempo passa mais rápido. Já entrei no Orkut, li as novidades (novidades?) nos sites de notícia, e enquanto escuto a Rádio UFMG resolvi postar aqui de novo.

Isso é mais difícil ainda num sábado a noite. Pra mim, a Internet deveria ser bloqueada nas noites do esperado sabadão. Tem gente que espera a semana inteira pelo fim de semana. Reza por ele. Faz planos. Fica nervoso na Segunda, só esperando pela noite de sábado. Aí, de repente resolve passar a noite/madrugada conversando na rede. Absurdo.

Tô saindo, Bibi tá me apressando pra sair agora. Boa noite.

domingo, 18 de novembro de 2007

No balanço do Balaio. Não!

É uma aventura essa de depender do sistema público de transporte. E inaceitável que, em uma cidade do tamanho de Beagá, não exista um sistema de metrô eficaz e que aborde grande parte da cidade. Com isso, todos os dias, de segunda a segunda, pessoas de todos os tipos se amontoam e desesperam à espera do balaio.

Expressões afoitas, desesperadas, loucas, cansadas... são facilmente encontradas nos pontos de ônibus.
Fica-se minutos preciosos, às vezes mais de uma hora, esperando o bendito dar um sinal de vida.
Todas as cores de ônibus passam à sua frente, vermelhos, amarelos, laranjas, verdes, azuis.
Todos os números também, desde o 2004 ao 8101.
Menos o que você espera.

É tipo a Lei de Murphy. Se um dia você precisa pegar o 4106, vê duzentos 9101 passando no mesmo ponto que você está. Isso te dá uma agonia terrível. Mas no dia que precisar, por algum motivo que foge à rotina, pegar o 9101, prepare-se pois vai demorar muito mais que o de costume, e duzentos 4106 vão passar enquanto você espera. Deixando-o mais puto da vida ainda.

Bom mesmo é quando chove.
Você ali, que adora pegar ou esperar um ônibus, ainda divide o espaço da ponto com mais 457 pessoas.

Todas com guarda-chuva, menos você.
Dali em diante você faz uma promessa a si mesmo de que nunca mais sairá de casa sem ele.

Às vezes você até acha uns trocados, suados, no fundo da carteira e compra um no camelô.
Nunca mais chove.
Fora os 8 quarteirões que você anda a pé diariamente pra chegar ao ponto que seu ônibus passa.


E como diz o poeta: "Quando eu tiver dinheiro/ Eu prometo a mim mesmo/ Que eu só vou andar de táxi".

Esse verso é parte da música "Ponto de Ônibus", do Ultrage a Rigor.
Abaixo, o link dessa música no Acústico MTV que a banda gravou recentemente.

http://www.youtube.com/watch?v=Ggv8inQ42Pg


Aqui, outro link. Dessa vez, Vander Lee cantando sua música "Balanço do Balaio" no Programa do (argh!) Jô.
http://www.youtube.com/watch?v=y3bLl80ifkE


obs: você pode apelar para a bicicleta, implorar pela carona de seus amigos mais afortunados que já andam de carro, pegar um táxi na madrugada. Todos esses meios de transporte te darão uma grande dor de cabeça. Mas não maior que a aventura de se pegar um ônibus.

obs2: as críticas acima não se aplicam ao cartão BhBus. Essa sim a única coisa boa que a BhTrans fez para tentar agilizar o difícil processo. Tudo bem que daqui a pouco o cartão vai tomar o lugar do famoso e amigo cobrador, mas isso é história pra um outro post.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Estrela Solitária

Alegria do povo. Pena não tê-lo visto atuar. Garrincha é um dos motivos que eu tenho comigo para ter nascido mais cedo.
Jogava com paixão, jogava pelo simples fato de jogar - dizem os
mais velhos.

Atraía multidões de torcedores, que lotavam os estádios pelo
simples fato de o ver jogar.
Torcedores rivais iam ao campo sabendo que o seu time de coração seria humilhado por aquelas pernas tortas. Não importava. A alegria era ver Garrincha e suas diabruras.
Entortava um beque, e outro, chamava outro para dançar. Coisa rara no futebol hoje, em tempos que o dinheiro fala muito mais alto e tem jogador que troca um time pelo rival e ainda beija o escudo.
Garrincha tinha três paixões. A bola, as mulheres e o álcool. O último o tirou o prazer dos outros dois.
Mas isso não importa. O que importa é a felicidade com que
jogava e os sorrisos que botava na cara dos torcedores.
Isso é o futebol!


p.s: esse é apenas mais um desabafo de um apaixonado pelo esporte que, infelizmente, não pôde acompanhar o futebol quando era algo que envolvia muito mais a paixão que o dinheiro.
p.s 2: http://www.youtube.com/watch?v=NJh-RVuM9sk&mode (um pouco de sua biografia e também alguns lances)

p.s 3: por favor, NÃO vejam o filme Garrincha - Estrela Solitária do diretor Milton Alencar. O filme é terrível.
Mas, se tiverem curiosidade sobre a vida de Manuel Francisco dos Santos (o Mané Garrincha) leiam a biografia escrita por Ruy Castro. Essa sim, imperdível.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

E foi um verdadeiro espetáculo.

Já comentei antes sobre o TEIA. Quem quis participar do evento (qualquer um podia, formado ou não, jornalista, ativista política, admirador da cultura brasileira...) ficou encarregado de cobrir uma parte dos acontecimentos do evento no período de 07 a 11 de Novembro.

Escolhi primeiro escrever sobre a aula-espetáculo de Ariano Suassuna no Grande Teatro do Palácio das Artes.

Segue agora o texto:

Após a abertura do TEIA 2007 ontem ,07 de Novembro, com as presenças do presidente Lula e do ministro Gilberto Gil, eis que o verdadeiro início do evento deu-se na manhã de hoje, dia 08. E não podia ser melhor que um evento desse porte - que trata de discussões e debates sobre o resgate da cultura brasileira - começasse com a presença ilustre de Ariano Suassuna.

Em traje esporte fino (ou seria Sport fino?!), costurado por Dona Edite, com as cores do seu time pernambucano de coração, Ariano subiu ao palco ao lado do ministro da Cultura, sendo alvejado por aplausos de todos que ali teriam a honra de acompanhar (por mais de uma hora) uma aula-espetáculo, no sentido mais literal da expressão.

Com todo o conhecimento de um secretário de Cultura, dramaturgo, escritor e profundo conhecedor da cultura brasileira, o autor de O Auto da Compadecida conduziu a aula com seu bom-humor característico, fazendo com que as gargalhadas do público, atento por devorar tudo que o grande mestre paraibano tinha para transmitir, ecoassem no Grande Teatro do Palácio das Artes.

Ariano não perde uma única oportunidade de elevar a cultura nacional em detrimento da estrangeira. Pra ele o que falta ao povo brasileiro é um pouco mais de auto-estima, pois "durante muito tempo quiseram nos ensinar que somos um povo de segunda classe, mas na verdade somos de primeira." E exemplifica sua afirmação citando os artistas brasileiros que não devem nada a nenhum gringo por aí: Aleijadinho, com seus geniais Doze Apóstolos, o desconhecido arquiteto Gabriel Joaquim dos Santos - autodidata que aprendeu o que sabe com a ventania - com a construção incrível da Casa da Flôr e o futebol alegre de Robinho são apenas alguns exemplos dos artistas corajosos que fazem com que Ariano Suassuna fale do Brasil com uma paixão e emoção que nos faz arrepiar a cada pausa no final de uma frase, que nos tira do rosto um sorriso que há muito estava escondido.

Lá pelo final desse verdadeiro espetáculo, um grito no final da sala rompe aquele momento em que a platéia espera, com grande receio, uma despedida do mestre. "Salve Ariano Suassuna!". Ele, com a elegância de seus oitenta anos, gesticula para o público e olha para o autor da frase, enquanto os pêlos de meu braço se eriçam como que prevendo o que será dito. E irrompe, ali do alto, na voz rouca de um senhor de oitenta anos: "Salve o povo brasileiro!"

Como eu odeio blogs.

Sim, eu os odeio. Odeio mesmo, sabe?! Não aguento essa coisa de escrever o tempo todo em uma página só sua e no final é só você mesmo quem vai ter saco de ler tudo. Algo meio narcisista, não?!

Eu escrevo, leio pra ver se num tem nada de errado, posto alguma bobagem aqui, leio de novo só pra me satisfazer e ficar com aquela sensação de "coloquei-um-texto-meu-na-rede".

Espalho pra toda a minha lista de amigos virtuais, sabendo no fundo que ninguém vai ler mesmo.

Leio de novo tudo o que eu escrevi.

Saio da internet por uns quinze minutos pra dar tempo de todo mundo comentar.

Entro de novo e vejo lá embaixo do post: nenhum comentário. "Às vezes eles estão elaborando um comentário interessante" - tento me enganar.

Nos próximos dias entro de meia em meia hora e nada de ninguém comentar. Então, já que estou à toa, escrevo sobre outra babaquice. E a sina se repete. Meses depois eu mato o blog. Não agüento, crio outro e depois de algum tempo volto à mesma rotina.


Agora vocês (vocês?! ninguém tá lendo essa porra aqui mesmo. Doce ilusão.) devem estar perguntando porque cargas d'água eu criei o blog "edizemporai". Na verdade, começou no fim de semana do feriado do dia 02, dia dos mortos. Tava na Oficina de Jornalismo Cultural - TEIA 2007, e todo mundo falando de blogs. "Porque eu recebo tantas visitas por dia e vejo tudo no Google Analytics"; "mas os tags, os feeds". Era só isso que se comentava. "Qual é o seu endereço virtual?". E eu mais pro fora que cotovelo de caminhoneiro. Aí resolvi eu mesmo criar um também. Entrar nessa modinha virtual. Comentar um pouco sobre essas bobagens que acontecem no mundo.

Espero (se tiver alguém aí do outro lado) que gostem ou, se num tiver ninguém, que eu goste.